quarta-feira, 14 de julho de 2010

4º Motivo da Rosa

Não te aflijás com a pétala que voa:
tambem é ser, e deixar de ser assim
Rosas verá, so de cinzas franzida,
morta e intacta pelo teu jardim
Eu deixo aroma até nos meus espinhos
ao longe, o vento vai falando de mim
È por perder-me que vou me lembrando
por desfolhar-me que não tenho fim